t) Plano de Inventário da Conferência Conclusões dos Inventários

PLANO DE INVENTÁRIO DA CONFERÊNCIA

CONCLUSÕES DOS INVENTÁRIOS – 2017, 2018 e 2019

INVENTÁRIO DA 41ª CONFERÊNCIA 2017

GRUPO 1: COMISSÃO DE LITERATURA E PUBLICAÇÕES

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Eficácia Geral da Conferência / Processo da Conferência:
Ao refletir sobre o Primeiro Conceito, como a Conferência pode assegurar que representa a consciência de A.A. na sua totalidade?
O respeito aos 36 princípios de A.A. pelos membros assegura uma representatividade espiritualizada e esse conjunto de ações, aliado às ferramentas disponíveis (Manual de Serviço, Regimento Interno e outras) podem fazer com que a consciência coletiva de A.A. represente a vontade de um Poder Superior. Para isso, precisamos:

 Trazer os grupos de A.A. para a estrutura de serviço de A.A., conscientizar os grupos de sua autoridade e responsabilidade em A.A., através de ações concretas para tornar real e efetiva a via de mão dupla, preparando e capacitando nossos quadros de servidores para que tenhamos uma consciência coletiva esclarecida, capaz de assumir e executar suas atribuições da melhor maneira possível.

 Melhorar, permanentemente, nossa atitude como delegados de A.A. no Brasil, participando em cada momento da CSG, perguntando, pedindo esclarecimentos, sempre que necessário, pensando a Irmandade e não a Área. Planejar a ação ANTES e DEPOIS da CSG, ser conferencista o ano todo, já que a CSG não é só um evento, mas um momento de uma ação coletiva permanente. Por exemplo, no pós-CSG:

 Copiar os conteúdos dos Pendrive para os demais servidores e agendar um encontro específico para discutir os conteúdos, esclarecer dúvidas, multiplicar informações; reunir MCDs, RSGs para isso. Planejar também como multiplicar as informações de atas e circulares.

 Cada Área pode planejar critérios de como ampliar entre seus servidores o uso da área restrita do site (critérios para uso do login e senha por mais servidores); pode ajustar sua agenda anual (interdistritais, Intersetoriais) para sincronizar com o calendário da CSG.

 Desenvolver um roteiro de coordenação das Plenárias e Comissões da CSG, para, em cada momento, o respectivo coordenador informar o que será feito, objetivos e como será feito, para maior apadrinhamento aos delegados de primeiro ano.

 A JUNAAB poderia elaborar melhor a ideia de o CAC funcionar como secretaria permanente da CSG, dialogando com as Áreas durante o ano sobre as propostas de recomendação que poderão ser enviadas, triadas e adequadas para o seu maior aproveitamento nas CSGs.

 Aprimorar a ficha de avaliação da CSG, não só com perguntas sobre a organização do evento, mas com perguntas similares a essas do inventário, relacionadas aos Conceitos, para que doravante toda CSG faça seu próprio inventário, mesmo que não dê tempo de discuti-lo no próprio evento, mas fica para o CAC.

 A dinâmica da CSG e o método do 3º Legado permitem que os servidores pratiquem a autoridade delegada em consciência coletiva, em respeito à autoridade máxima dos grupos.

Ao refletir sobre o Segundo Conceito, como pode ser ouvida como a voz real e ser uma consciência efetiva de toda a Irmandade?
Às vezes cobramos da JUNAAB não ter cumprido alguma recomendação aprovada, sendo que como Conferência não viabilizamos condições para esse cumprimento, apenas cobramos. É preciso haver maior sintonia. A autoridade máxima dos grupos não poderá ser muito efetiva se não se traduzir numa autoridade delegada aos nossos representantes e numa autoridade operacional aos órgãos de serviço em todos os níveis. Nessa autoridade operacional precisa estar inclusa a autossuficiência financeira para as operações da Irmandade. Precisamos exercitar as Tradições, respeitar a Ata de Constituição da Conferência, confirmando a voz real e efetiva de toda a Irmandade. Precisamos nos capacitar enquanto servidores para sabermos agir sempre que necessário de forma adequada aos nossos princípios.

Ao refletir sobre o Terceiro Conceito, como podemos manter o equilíbrio entre as liberdades e responsabilidades que acompanham o direito de decisão?
Apadrinhamento, bom senso e exercícios práticos são essenciais para o servidor equilibrar as liberdades e responsabilidades inerentes ao Direito de Decisão expresso no nosso Terceiro Conceito. Todo servidor, especialmente nossos representantes em todos os níveis, precisam conhecer e compreender o Terceiro Conceito. Cada representante (RSGs, Delegados) precisa sentir-se livre de pressões (do Grupo, da Comissão) para tomar decisões baseadas em sua melhor e mais honesta consciência do momento, permitindo-se buscar esclarecimentos e informações sufi cientes para embasar suas decisões. Não é o caso de “ser fiel” e manter-se inflexível, se ele modificar suas posições em relação às expectativas do grupo, da área, da comissão etc., basta que possa fundamentar essas modificações. Seu compromisso é a melhor forma de praticarmos coletivamente nossos princípios. Não deveria sentir constrangimento ou culpa se estiver convencido de uma nova alternativa, diferente daquela que acabou de discutir em seu grupo, Área ou comissão da CSG. A autoridade delegada significa isso, o grupo, a comissão da CSG, confiam no seu representante e entregam a um Poder Superior os resultados da participação de seu representante, cujas decisões podem ser modificadas no transcurso das discussões e deliberações. O direito de decisão permite manter em bom estado a relação de serviço entre grupo e estrutura de serviço. Há ruídos nessa relação em todos os níveis do serviço (falatório ao invés de inventário), na história de A.A. em todos os lugares. O nível desse ruído chega a afastar recém-chegados dos grupos. Como melhorar essa relação, reduzindo ao mínimo esses ruídos? Cultivando gratidão, respeito, altruísmo, nossa melhor honestidade, não alimentando ressentimentos, desapegando-nos de expectativas por resultados, desligando-nos de nossos anseios pessoais envolvidos nos assuntos em discussão, desarmar os espíritos, buscar uma verdadeira unidade entre todos os níveis, órgãos de serviço. O direito de decisão pressupõe confiança em nossos servidores, uns nos outros e no Poder Superior, como cada um O concebe. Confiança pressupõe tolerância, flexibilidade, capacidade de esperar e de ser contrariado. Numa palavra, só damos o que temos, precisamos cultivar recuperação para sermos bons servidores. E bons métodos para encontrar, motivar e eleger nossos melhores talentos a partir do grupo base. Iniciar um novo serviço como suplente/adjunto é sempre o ideal, para ser mais apadrinhado e capacitado a ser melhor titular em qualquer encargo.

Ao refletir sobre o Quarto Conceito, o quanto somos eficazes ao tratar como iguais a todos os membros da Conferência (não considerando ninguém como se fosse de segunda classe)?
Devido aos servidores serem tratados como iguais, sua representatividade é adequada ao serviço que lhe é delegado. Em nossa CSG, o direito de participação está assegurado em nosso Regimento Interno. Esse direito é um contrapeso à autoridade máxima dos grupos e, quando ele é exercido em direção diversa daquela apontada pelos grupos/áreas/comissões, pode parecer que estão desrespeitando a condição de representantes. A limitação de tempo de fala nas sessões plenárias da CSG e outros procedimentos do Regimento Interno também ajudam a disciplinar esse direito que, por ser coletivo, precisa ser compartilhado, logo, limitado. A experiência acumulada dos servidores executivos e consultores é amparada pelo sentimento de fazer parte (voz e voto nas comissões), colaborando para maior integração com delegados e custódios. Os Conceitos protegem práticas democráticas e respeito ao indivíduo. O sentimento de pertencer independe da natureza da tarefa também porque um serviço de retaguarda num momento é compensado por uma intensa participação em outro momento, lugar e serviço na mesma Irmandade. Um delegado, um voto, independentemente de quantos grupos há na respectiva Área, de quanto dinheiro cada Área envia à JUNAAB/ESG, da escolaridade ou qualificação do servidor. A decisão de ser membro de A.A. pertence ao potencial novo membro e dá início ao sentimento de pertencer em A.A. Participação é a chave da harmonia. Buscamos não tratar nenhum servidor como “de segunda classe”, mas, às vezes, o sistema de pesos e contrapesos que atravessa nossa estrutura de serviço, assim como o sistema de rotatividade (delegados de primeiro e segundo ano) geram tratamento desrespeitoso, sentimentos de dominação ou derrota e constrangimento. Nossas dificuldades pessoais afetam nossa prática dos princípios. Deveríamos evitar construir heróis ou monstros, lembrando-nos sempre de que somos todos AAs, portadores de uma doença comum. Amor e gratidão deveriam nortear todas as nossas ações, sejamos delegados de 1º ou 2º ano, custódios, coordenadores de comitês ou servidores do CAC.

GRUPO 2 – COMISSÃO TRABALHANDO COM OS OUTROS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Eficácia Geral da Conferência / Processo da Conferência:
Ao refletir sobre o Quinto Conceito, a Conferência ouve atentamente e consegue resolver eficazmente as apelações e demandas minoritárias? Como isso pode ser melhorado?
Sim! Através do apadrinhamento, incentivo e estudo nas Áreas e Grupos, visando o aprendizado e a conscientização deste conceito, respeitando as decisões já aprovadas e continuando o que já vem sendo realizado, para que a minoria saiba realmente o seu direito.

A estrutura incentiva a qualquer membro individual da Irmandade a sentir e agir como um membro de uma “sociedade de alcoólicos em ação”? Se não, como podemos melhorar?
Sim! Entendemos que a estrutura da Conferência motiva a Irmandade a agir, mas não podemos esquecer que agir como “Sociedade de Alcoólicos em Ação é uma responsabilidade de todos e a verdadeira via de mão dupla”, lembrando que “quando qualquer um, seja onde for, estender a mão pedindo ajuda, quero que a mão de A.A. esteja sempre ali, e por isso: eu sou responsável”.

O processo da Conferência – que dura o ano todo, efetivamente anima a todos os membros da Conferência a se tornarem líderes (ou servir) no espírito da estrutura invertida de serviço? Se assim não for, como podemos encorajar todos os membros da Conferência a fazê-lo?
Sim! Com algumas reservas pois, mesmo animando os membros a servir, nem todos repassam as informações da Conferência, dificultando a comunicação com os grupos.

As ações resultantes das plenárias são úteis?
Nem sempre, pois nem todas são úteis para A.A. como um todo.

GRUPO 3: COMISSÃO DE NORMAS DE PROCEDIMENTOS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Eficácia Geral da Conferência / Processo da Conferência:
Ao refletir sobre o Décimo Conceito, a autoridade da Conferência está claramente definida?
Está clara e definida, mas não plenamente exercida. Devíamos tornar mais realista a prática do primeiro conceito. É uma questão de obediência. Só não está melhor compreendida é por nos faltar mais inventário pessoal sobre quanto praticamos estes princípios. O princípio da autoridade máxima caminha por toda nossa estrutura, observando sempre a responsabilidade correspondente a autoridade equivalente também ao servidor. Ele tem autoridade delegada por seus grupos que representa. A consciência de grupo é autoridade final e os servidores de confiança são as autoridades delegadas. Uma não funciona sem a outra, sabemos que somente por definições cuidadosas, com autoridade operacional adequada e respeito mútuo, podemos manter constantemente um equilíbrio de trabalho correto e harmonioso.

Até que ponto a Conferência cumpre as Garantias Gerais do Décimo Segundo Conceito?
Consideramos que os outros Conceitos nos levam a praticar este com mais retidão. No que não está melhor exercida cabe responsabilizar também a baixa adesão dos grupos (a base de sustentação da Conferência) na participação efetiva com envio de representantes que façam valer as garantias citadas. Uma ideia que nos impactou foi a de que o entendimento mútuo entre os conferencistas é fundamental para que haja equilíbrio nas decisões. A confiança mútua é base fundamental em A.A., por isso devíamos nos concentrar em perseguir a ideia de que confiamos em Deus, em A.A. e uns nos outros. No entanto, a política financeira da garantia parece não estar integralmente afinada com a realidade e números apresentados em nossa estrutura.

Como poderia ser revisada a essência ou o texto de qualquer um dos nossos Conceitos para que sirva como um guia mais efetivo e relevante para as nossas lideranças?
Há um incômodo geral com as letrinhas pequenas e linguagem complexa do quadro dos Conceitos. Se usarmos textos mais curtos, sem que haja perda de conteúdo, poderíamos garantir compreensão mais ampla. Resumir para destacar o princípio básico, além disto, para o entendimento dos Conceitos seria necessário conhecer melhor a história de A.A. Os conceitos expressam uma evolução histórica. Os livros que contam história de A.A. ajudariam muito a entender esses princípios e sua aplicação. Nossa conferência não criou o comitê de normas e procedimentos que a conferência anterior determinou. Devíamos usar mais o apadrinhamento da estrutura sênior. Devemos nos posicionar como representantes de nossos grupos para não vir apenas bater cartão e voltar a nossas áreas com resultados diferentes dos esperados. Nossa troca de experiência faz valer à pena. Sabemos que o texto é muito complexo, temos problemas de revisão e sabemos que há necessidade de enxugar, sem perda de compreensão. Devemos fazer algum trabalho organizado; por comissão ou não para resolver isso. Os Conceitos são as ferramentas fundamentais no exercício do Serviço da Conferência. Assim voltaríamos para nossa Áreas felizes, alegres e livres. O trabalho da conferência é conceitual. Lembremos que quando Bill levou os conceitos para o papel, a estrutura estava pronta. Compreenderemos mais se praticarmos mais. Se lembrarmos que as garantias estão gravadas em pedra, podíamos começar o estudo dos Conceitos, iniciando pelas garantias. Isso permitiria entender melhor o restante. As letrinhas pequenas são usadas à medida que precisamos. Aí ficam grandonas. Outra sugestão: Contemporizar a linguagem sem medo. Notas de rodapé, explicações complementares não ameaçam o conteúdo. Os enunciados são longos. Precisamos trazer a realidade dos Conceitos para a prática no grupo. Precisamos entender melhor e, se para isso tivermos que modernizar e simplificar o texto, que façamos. Saber nossa história e praticar a partir do grupo fazem parte de nosso propósito fundamental.

Composição da Conferência:
As Áreas de Delegado devem ser baseadas mais sistematicamente no número de membros?
Entendemos que Bill estabeleceu pareceres que trouxeram luz à nossa compreensão. Vivemos uma realidade diferente, mas concordamos quando ele diz que o Comitê de Nomeações deveria pesar cada pedido de novo delegado levando em conta os principais fatores da população (grupos de A.A.) geografia (extensão territorial) e custos (gastos). A Conferência não é corpo político, precisamos de formas flexíveis de representação. Aqui falamos em conceito de Área. Padrinhos não deviam dizer que a Conferência é um bicho de sete cabeças. Nosso papel é apadrinhar, como delegados, e levar a nossas Áreas informações e não terrorismo de que a Conferência é onde o bicho pega. Usamos sim, sistematicamente, mas devíamos ser mais flexíveis e considerar os itens que Bill citou. Devíamos obedecer aos requisitos de formação de novas Áreas conforme mencionados no manual atual, página 73.

GRUPO 4: COMISSÃO DO MANUAL DE SERVIÇO.

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Composição da Conferência:
As divisões regionais devem basear-se no número de membros, no número de Áreas incluídas em cada região ou em outro critério? Favor explicar.
1 – As divisões Regionais, segundo nossa consciência, devem ter como referência três critérios para análise: 1º – Número de Áreas, 2º – Número de Grupos e 3º- Distância. Estes itens têm como finalidade a Unidade, que, quanto mais forte, melhor será transmitida nossa mensagem. A Unidade é o bem maior que a Irmandade possui. Nossa mensagem precisa ser levada e por isso precisamos de material para divulgação e para adquirir estes materiais precisamos de dinheiro, e é através da economia que se irá conseguir através da redução de distâncias. Devemos evitar conflito para ser adotado como critério, para se criar novas Áreas, precisamos de base para Unidade de fortalecimento pessoal e da Irmandade como um todo, os Doze Passos. Outro critério: Com base nas outras Estruturas, a divisão é de continuar sendo a Geopolítica.

O tamanho e estrutura (Proporção de Delegados/Custódios/Pessoal da Conferência) são os mais eficientes para dar conta do trabalho da Irmandade? Se não forem, como podemos conseguir que sejam mais eficientes?
Sim, está atendendo os anseios da Irmandade, é a mais eficiente no momento. Entretanto, a Conferência de Serviços Gerais – CSG deve adotar critérios nas formações das novas Áreas, evitando inchaço que venha a prejudicar o desempenho da Conferência de Serviços Gerais.

Sistema de Comissões:
O sistema de Comissões da Conferência funciona em conformidade com os nossos princípios?
Se não for assim, que mudanças devemos considerar quanto a:

a) Estrutura
b) Composição
c) Eficiência
As Comissões desenvolvem seus trabalhos observando o espírito democrático conforme a Garantia 6 – Décimo Segundo Conceito.

Qual é a participação mais adequada e equilibrada entre os membros das Comissões (Custódios, Delegados, Coordenadores de Comitês e Gerência Administrativa)? E, como pode ser conseguida essa participação equilibrada?
Pode ser conseguida através do respeito mútuo, organização, equilíbrio e comunicação entre os membros, cada um fazendo sua parte, falando a mesma linguagem. Os Custódios, Gerente Administrativo e Coordenadores dos Comitês, devem ter participação somente a título de esclarecimentos, dirimindo dúvidas, embora seja preservado seu direito a voto. O bom exemplo em A.A., uma visão para o Futuro.

INVENTÁRIO DA 42ª CONFERÊNCIA 2018

GRUPO 1: COMISSÃO DE LITERATURA E PUBLICAÇÕES

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Eficiência do Processo durante o ano todo:
Poderia ser melhorado o sistema de Comissões para efetuar mudanças na Irmandade de maneira mais eficiente? Se assim for, como?
Sim! As áreas podem apadrinhar melhor seus servidores para que cheguem às comissões mais preparados;

Pode-se melhorar o equilíbrio entre os delegados de primeiro e segundo ano nas comissões; pensamos que seria mais eficiente se o coordenador e o relator das comissões fossem de segundo ano por terem mais experiência e poderem apadrinhar os de primeiro ano.

Que melhoras poderiam ser consideradas para garantir que o processo de seleção de tópicos da agenda seja mais eficiente?
Achamos que o formato atende às necessidades e que não é preciso melhorar.

Qual é a eficiência do Tema da Conferência ao longo do ano?
É baixa, podendo ser melhorada;

A eficiência do tema depende, principalmente, da habilidade do delegado de área em envolver toda a liderança;

Tornar o trabalho mais espiritualizado ao longo do ano nos eventos das áreas, distritos e grupos;

Fortalecer a unidade entre todos os membros para praticar o tema em todos os eventos do grupo à conferência.

Qual é a eficiência da comunicação dos membros da Conferência com a Irmandade a respeito das razões que existem para celebrar uma Conferência e como funciona o sistema de Comissões? Como podemos melhorar essa comunicação?
A eficiência é conscientizar a todos de que o espírito da conferência é para a celebração da unidade. Na conferência, todos os comitês prestam conta de seus trabalhos realizados ao longo do ano, esperando a aprovação da conferência. A finalidade de tudo é alcançar o alcoólico que ainda sofre.

A comunicação fica comprometida se não for dado continuidade o mais fiel possível nas informações e no aprendizado obtido aqui. Entusiasmo, dedicação e motivação são as palavras-chave.

Como podemos comunicar melhor o fato de que o processo da Conferência supõe mais que passar uma semana no local de sua realização?
Adquirindo a consciência sobre o papel de a conferência. Contagiar os membros para despertar o interesse em servir numa conferência.

GRUPO 2 – COMISSÃO TRABALHANDO COM OS OUTROS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Eficácia Geral da Conferência / Processo da Conferência:
Como contribuem a Junta de Custódios, Delegados e Coordenadores de Comitês para a efi ciência do processo da Conferência durante o ano todo?
A contribuição das áreas dá-se muito antes de a conferência ser iniciada, quando os grupos elaboram as recomendações a serem enviadas. Na verdade, a eficiência do processo da conferência é responsabilidade de todos nós. Se tivermos grupos fortes, teremos distritos fortes, com isso, Áreas fortes e, certamente, uma conferência igualmente forte.

A participação dos delegados dá-se das seguintes maneiras:

a) reúnem-se com os seus distritos e grupos a fim de se prepararem para a participação na conferência. Depois da sua participação, ele leva todas as informações para os grupos a que serve.
b) os grupos recebem o relatório da conferência e analisam as propostas de recomendação das comissões que passaram pelas Interdistritais e estudam essas recomendações para que o delegado chegue aqui preparado.
c) os delegados, durante o ano, com muito esforço, com muito trabalho, com muito amor, vão tentando conscientizar os companheiros representantes de grupo a adquirirem o relatório da conferência para que possam conhecer a Irmandade como um todo, fazendo com que todos tenham a oportunidade de saber o que acontece em uma conferência e não somente o delegado de área.
d) durante esse processo, os delegados procuram obter o máximo de informações possíveis sobre sua Área para que possa compartilhar com as outras Áreas durante o período da Conferência de Serviços Gerais. Receber a informação das outras áreas para que possa levar para a sua região, pois a Irmandade é feita de troca de experiências.
e) São elaborados eventos com a finalidade de esclarecer e apadrinhar os membros, levando todas as informações para a área.
A participação da Junta de Custódios e seus comitês dá-se da seguinte maneira:

a) Através dos informativos: Circular, Bob Mural, JUNAAB Informa, etc.
b) A Junta de Custódios tem uma responsabilidade muito grande pela elaboração da Conferência, porém ela não faz nada sem seus comitês (11º Conceito). A execução da conferência fica a cargo do CAC, que vem contribuindo com muita responsabilidade e competência.
c) A Junta e seus Comitês contribuem seguindo rigorosamente o Regimento Interno da Conferência de Serviços Gerais de A.A. do Brasil e permanece o ano todo em unidade cumprindo os princípios da Irmandade, o Estatuto da Junta de Serviços Gerais de A.A. do Brasil JUNAAB e a Ata de Constituição da Conferência de Serviços Gerais.
Há outras sugestões referentes de como conseguir que o processo da Conferência seja ainda mais eficiente durante o ano todo?
Sempre existe a possibilidade de melhoria, atualmente, podemos avaliar a Conferência de Serviços Gerais como um evento “nota 10”, a oportunidade de melhoria seria no sentido de sermos mais diretos e objetivos no momento de nos manifestarmos na plenária.

Para que isso possa acontecer, precisamos estudar o Regimento Interno da Conferência, pois o tempo destinado aos delegados já está previsto neste documento. O que precisa é que os delegados sigam essas recomendações à risca. Se chegarmos à conclusão de que precisamos melhorar esse documento, temos a responsabilidade de incentivar nossos grupos a enviarem propostas de recomendação para que sejam discutidos e melhorados esses pontos específicos.

Devemos sugerir que os membros de toda a Área estudem mais os instrumentos legais de nossa Irmandade para chegarem devidamente preparados. Devemos, também, ter em mente que as propostas de recomendação constantes no relatório não são de propriedade das áreas e sim de A.A. como um todo.

Se a JUNAAB e seus comitês fossem mais ágeis nas suas comunicações, a conferência fi caria em evidência nas áreas durante o ano todo. Assim, os grupos poderiam viver, juntamente como delegado, a experiência da Conferência de Serviços Gerais.

Estudar a possibilidade de adaptar o Estatuto da Junta de Custódios à Ata de Constituição no seu Artigo 10 para que os dois textos fi quem coerentes e que os custódios regionais sejam eleitos pelos seus delegados.

Seriam necessárias boa vontade e responsabilidade dos delegados no sentido de visitar os grupos e distritos para conscientizá-los sobre os assuntos constantes no relatório da conferência.

Não podemos deixar de relatar sobre a importância de prepararmos o coordenador, pois houve uma diferença notável entre a coordenação da conferência anterior para essa. Isso demonstra que o coordenador bem preparado faz toda a diferença.

Portanto, ao longo do ano, seria prudente que o coordenador da conferência fosse devidamente preparado para essa tarefa.

Preparativos para a Conferência (materiais informativos, conteúdo, entregas e custeio)
Como podemos melhorar a forma com que são elaborados e distribuídos os materiais informativos e pertinentes da Conferência?
Os informativos estão muito bem elaborados, porém a distribuição ainda é um pouco falha devido ao nosso problema crônico de comunicação. Para que as informações cheguem aos grupos temos a responsabilidade de transmitir, individualmente, essa informação, até mesmo como forma de gratidão.

Nós, os delegados, é que somos a conferência, e precisamos melhorar a nossa comunicação, precisamos distribuir todos os materiais que chegam até nós o mais rápido possível.

Na descrição das atribuições do Delegado de Área, já existe a recomendação para o delegado sobre sua importância na transmissão da mensagem da conferência aos grupos de sua Área.

Não existe uma forma de padronizarmos a maneira exata de distribuirmos os materiais da conferência de forma que a informação chegue a todos devido às diferenças das regiões e características de cada área, mas o mais importante é que, se pudermos dividir as informações com o maior número de colaboradores, para que esses sejam multiplicadores da informação, certamente melhoraremos muito.

Os Delegados conseguem equilibrar satisfatoriamente sua preparação para a Conferência, particularmente naquilo que se refere ao Terceiro Conceito e ao Artigo 3º da Ata de Constituição da Conferência?
Com o objetivo de tomar decisões coerentes e equilibradas durante a Conferência de Serviços Gerais os Delegados, ao se preparar para representar seus grupos, devem absorver o pensamento da consciência coletiva. Não é por que o delegado tem o direito de decidir que ele deve fazer isso isoladamente. O método mais equilibrado e prudente é que os grupos passem suas decisões para seu representante a fi m de que a vontade da consciência coletiva seja cumprida.

Obviamente que, em casos em que a consciência coletiva não pode ser consultada, a decisão do delegado deve ser exercida e isso normalmente tem ocorrido de acordo com os princípios da Irmandade. O equilíbrio tem se demonstrado satisfatório.

Este grupo de trabalho em sua maioria, responde que sim, os delegados conseguem equilibrar satisfatoriamente sua preparação para a conferência, particularmente naquilo que se refere ao Terceiro Conceito e ao Artigo 3º da Ata de Constituição da Conferência.

Porém, temos que registrar, também, que, em alguns casos, muitos delegados chegam à conferência, sem estarem bem informados, faltando, inclusive, conhecimento dos Conceitos para Serviço Mundial, da Ata de Constituição da Conferência, dos princípios, e todos os instrumentos legais de Alcoólicos Anônimos do Brasil.

Como podemos melhorar quanto ao exercício dos nossos direitos e o cumprimento das nossas responsabilidades em consonância com o definido no Terceiro Conceito e no Artigo 3º da Ata de Constituição da Conferência?
Adquirindo o conhecimento dos Conceitos para Serviço Mundial, da Ata de Constituição da Conferência, dos princípios, e todos os instrumentos legais de Alcoólicos Anônimos do Brasil. Devemos sempre ter em mente que o bom é inimigo do melhor, por isso o apadrinhamento deve começar no grupo, logo que o ingressante chega. Devemos mostrar aos nossos RSGs o quanto ele é responsável e qual a sua importância para que ele seja preparado para ser o futuro Delegado de Área e chegue à Conferência cada vez mais preparado. Só é possível melhorar através do apadrinhamento e principalmente do exemplo. A participação é que faz a obra. Sabemos que essa tarefa não é simples, pois, desde o início de nossa Irmandade, já notávamos a resistência de alguns membros: “Bill nós adoraremos recebê-lo e ouvi-lo falar. Conte-nos onde você costumava esconder suas garrafas e fale-nos daquela sua experiência de ‘esquentamento’ espiritual. Mas não venha nos falar mais a respeito dessas malditas Tradições”, porém não devemos desistir, como Bill W. não desistiu.

Percebemos que estamos avançando, ainda que devagar, mas estamos avançando. Notamos que a Conferência de Serviços Gerais vem crescendo e evoluindo cada vez mais. Nossa programação nos levará sempre ao crescimento e equilíbrio.

GRUPO 3: COMISSÃO DE NORMAS DE PROCEDIMENTOS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Preparativos para a Conferência (materiais informativos, conteúdo, entregas e custeio)
Que mais poderia ser feito para preparar os integrantes da Conferência?
Estruturar os grupos dentro dos 36 princípios, apadrinhando e capacitando nossos companheiros.

A forma de manutenção financeira da Conferência, descrita na página 71 do Manual de Serviço, atende as possibilidades das Áreas e as necessidades da Conferência? Em caso negativo qual a forma ideal?
Não. Precisamos continuar melhorando a conscientização da nossa responsabilidade.

O que as Áreas podem fazer para incentivar os Grupos a cumprirem o que determina o Manual de Serviço? “É responsabilidade da Área a aquisição do RAAB em número não inferior a quantidade de Grupos da Área, cabendo-lhe, ainda, incentivar a aquisição de Relatórios Extras”
Mostrando-lhes a importância da realização da Conferência e dos nossos órgãos de serviços.

Programação da Semana da Conferência:
Como podemos melhorar a forma para determinar o tempo de entrega de relatórios, temas de apresentação/debate e a consideração bem detalhada dos tópicos da agenda?
Antecipando o prazo de envio dos materiais pelas Áreas.

Quais são as atividades da Conferência que oferecem aos participantes maiores oportunidades de exercer sua liderança?
Fóruns de debates e estudo das comissões.

GRUPO 4: COMISSÃO DO MANUAL DE SERVIÇO

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Programação da Semana da Conferência:
Na Conferência, qual é a diferença entre ser coordenador e ser relator? Um participante pode exercer as duas funções ao mesmo tempo?
Humildade, tolerância, responsabilidade, flexibilidade e visão, estes são alguns dos atributos que devem ter o coordenador (a) ou o relator (a) de um grupo de trabalho ou de uma comissão da Conferência. Lembrando-se sempre de que, em A.A., a liderança é horizontal e ética e que a discussão e aprovação de propostas devem ocorrer num clima de ordem e democracia. O relator deve estar sempre consciente de que, depois do trabalho do coordenador e dos demais participantes do grupo de trabalho ou da comissão, o trabalho dele só terminará após apresentar as decisões à mesa coordenadora e à plenária. É importante encorajar a participação, pois o coordenador não deve acumular as atribuições de relator. Em cada nível de serviço, a autoridade deveria ser igual à responsabilidade; às vezes, na medida em que um servidor está desempenhando dois encargos, está deixando de fazer o apadrinhamento em serviço.

Qual servidor estaria mais preparado para exercer estas funções? (Delegados de 1º Ano, Delegados de 2º Ano ou Coordenadores de Comitês).
Quando se trata da escolha de delegado à Conferência e Coordenador de Comitê de Assessoramento à Junta de Custódios, deve ser escolhido o mais preparado. Ao transcorrerem os anos, a preparação do servidor acontece nos comitês de serviço dos grupos, distritos, áreas e escritórios de serviços locais. Em cada nível de serviço, a autoridade deve ser igual à responsabilidade. A experiência é a base de todo o conhecimento. O Quarto Conceito é bem claro em orientar que não deve existir servidor de segunda classe.

O tempo destinado às considerações e a maneira com que é comunicada a informação por parte do Gerente Administrativo e Coordenadores de Comitês, é sufi ciente e adequado para que os Delegados compreendam sufi cientemente bem os relatórios e possam formular perguntas a respeito? Como isso pode ser melhorado?
Sim, as circulares e demais informativos expedidos aos delegados, servidores de áreas, comitês de distrito, RSGs e grupos, têm deixado a consciência coletiva informada das atividades da JUNAAB e seus comitês, bem como RAABs sempre chegando antes da Conferência para estudo e compreensão dos delegados de como será a Conferência. De maneira que, enquanto for mantida essa cadeia de comunicação entre Junta/Comitês, Órgãos de Serviços, Servidores de grupo, acredita-se que essa dinâmica e tempo para o repasse de informação da Gerência Administrativa, e Comitês, são suficientes para a compreensão e interação dos delegados, através das perguntas e respostas, devendo o critério da melhora do procedimento ser iniciativa da própria Gerência e Comitês, de outro modo, a conferência jamais terminaria.

Que efeito tem na participação e na liderança a sessão de trabalhos realizada noite adentro?
A exaustão induz a erros. Essas sessões noite adentro são desgastantes e prejudiciais à saúde, influenciando na qualidade de vida dos participantes, bem como na qualidade do que é elaborado, discutido e aprovado, sobretudo quando as pessoas não estão acostumadas com essas atividades fora de seu ritmo, de seu turno normal e cotidiano. Essa questão está relacionada à dinâmica de organização adotada pelo CAC ao receber das Áreas os assuntos e planejar a pauta da Conferência. A quinta tradição é bem proativa quando diz: “Sapateiro, não vai além da tua chinela” “…melhor é fazer uma coisa extremamente bem do que fazer mal muitas coisas… A própria vida da nossa Irmandade exige a perseverança desse princípio.”

Tendo em vista o crescente aumento do número de Áreas e o consequente aumento de delegados na Conferência, gerando uma dificuldade de contratação de Hotel com plenária e espaço para comportar o atual formato da Conferência, qual poderia ser um novo formato de plenária que poderíamos considerar?
Salientando que, até 2012, eram 27 áreas e 54 delegados e o formato era o mesmo de hoje e que, com a divisão das áreas, a quantidade de delegados diminuiu para 43, sugerimos que permaneça o formato atual.

INVENTÁRIO DA 43ª CONFERÊNCIA 2019

GRUPO 1: COMISSÃO DE LITERATURA E PUBLICAÇÕES

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Junta de Serviços Gerais:
Ao refletir sobre o Sexto Conceito, como a Conferência pode assegurar que a autoridade que delegamos à Junta de Serviços Gerais esteja de acordo com a responsabilidade que lhes designamos?
A partir do momento que pela mesma são apresentados os relatórios de atividades executadas.

Ao refletir sobre o Oitavo Conceito:
a) Com que eficiência exerce a Junta de Serviços Gerais sua função de supervisão administrativa e com que eficiência cumpre sua responsabilidade de planejar e administrar nossa política e as finanças?
Consideramos satisfatória a eficiência de controle administrativo e planejamento, que é exercida por meio de uma política saudável e harmônica com seus órgãos de serviço, quando delibera e acompanha ações da diretoria executiva, gerência administrativa e comitês de assessoramento nas suas reuniões trimestrais.

b) Qual é a distinção entre supervisionar e delegar?
Supervisionar é controlar; delegar é realizar uma transmissão de responsabilidade a alguém.

Quando é apropriado supervisionar e quando delegar?

É apropriado delegar quando não se tem condições de realizar algo, mas a responsabilidade da supervisão é indelegável.

Ao refletir sobre o Décimo Primeiro Conceito, é sempre assunto de grande interesse e cuidado para a Junta de Serviços Gerais a preocupação de procurar a melhor ajuda possível para cumprir com seus deveres? Como pode ser melhorado este processo?
Nota-se que encontrar bons colaboradores é assunto de grande preocupação e interesse para a Junta. Mas o processo poderia ser melhorado através das seguintes sugestões:

– designação de adjuntos de coordenadores de comitês ou algo parecido para apadrinhamento, visando futura rotatividade;

– busca mais intensiva de colaboradores, contando com o indispensável envolvimento das áreas, distritos e grupos;

– desenvolver ações regulares de capacitação de servidores pela Junta e pelas Áreas;

– maiores esforços das áreas na coleta de currículos e indicação de custódios.

O que a Junta tem feito para o desenvolvimento das nossas Relações Públicas?
Consideramos que o trabalho tem sido bem feito. Além das comemorações recentes dos 70 anos, a Junta tem estado mais presente em programas de TV de grande visibilidade, tem buscado maior divulgação na mídia, tem procurado criar ferramentas e material de apoio para ações do CTO, além da criação do Amigo Anônimo, cadastro de profissionais e outras atividades voltadas ao crescimento das relações públicas da Irmandade.

Regionalização:
Tendo em vista a aprovação, pela 42ª CSG – 2018, do estudo da viabilidade de implantação do Projeto de Regionalização em nível nacional, apresentamos as questões abaixo para serem respondidas por todos os grupos do inventário, a saber:

Considerando-se que o Projeto de Regionalização tem o propósito de motivar o crescimento ordenado de A.A. no Brasil qual o plano de ação que a estrutura de A.A. poderá adotar?
Ações sugeridas: Inserir nos focos do projeto de regionalização iniciativas para atrair e apadrinhar servidores; incentivar a nomeação de servidores nos diversos órgãos da estrutura.

Considerando-se que para a formação de uma nova área, o principal requisito é o crescimento da população de A.A., a formação das últimas 16 novas áreas no Brasil, levou em conta esse requisito primordial?
Levantamento entre as novas áreas, participantes da comissão, mostrou que o requisito levado em conta foram as distâncias entre grupos e estrutura.

GRUPO 2 – COMISSÃO TRABALHANDO COM OS OUTROS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Junta de Serviços Gerais
As atuais atribuições da junta são adequadas para responder eficientemente às necessidades da Irmandade? Se não for assim, o que deve mudar?
Sim! mas as atribuições são muitas, percebemos nitidamente que os membros encontram-se sobrecarregados, pois temos muito trabalho para poucos servidores, porém para que esse assunto seja sanado teríamos que entrar na parte financeira, pois o deslocamento de delegados e custódios depende de dinheiro das Áreas. Vale a pena frisar que, sempre que precisamos de qualquer tipo de esclarecimento, a Junta de Custódios está pronta para responder. Porém, precisamos nos atentar às Áreas que estão mais distantes da JUNAAB, pois o contato é muito difícil devido à distância, mesmo com as novas tecnologias, por vezes o contato ainda se torna difícil. O que poderia ser melhorado, talvez, seria o assessoramento direto aos delegados para que o nível dos trabalhos dos delegados fosse melhorado em suas áreas. O maior problema que temos é a comunicação entre a Junta e as Áreas e está poderia ser melhorada. Nossa sugestão de melhoria é que os Custódios Regionais se reúnam com os Delegados imediatamente após o término da reunião trimestral da Junta de Custódios. Esta reunião poderia ser uma excelente saída para melhorar a comunicação entre a Junta e as Áreas e sugerimos que esta seja feita por vídeo conferência para evitar custos.

A Composição atual da Junta (número e proporção) continua sendo a mais adequada? Se não for assim, que mudanças deverão ser consideradas?
Sim, a atual proporção está adequada, essa proporção atende-nos perfeitamente. A única melhoria necessária neste momento é a melhoria da comunicação. O grande problema não é a adequação de número de Custódios e sim a adequação das informações, que hoje não chegam aos grupos, por isso devemos refletir sobre a necessidade de levarmos as informações da Junta para os grupos, através de seus Custódios Regionais e Delegados de Área.

Preparativos para a Conferência (materiais informativos, conteúdo, entregas e custeio)
A Irmandade deveria ter maior influência na seleção dos custódios “Classe A” (não alcoólicos), os coordenadores de Comitês e os Custódios de Serviços Gerais? Se deve-se tê-la, como devemos conseguir que a tenha? A influência das Áreas já existe na medida em que a Irmandade já indica os currículos. Nossa sugestão seria que os delegados possam participar da eleição dos Custódios Regionais, juntamente com os Custódios, pois os mesmos tem mais conhecimento dos candidatos do que a Junta separadamente. Isso se daria da seguinte forma: Quando a votação de um Custódio Regional estivesse para acontecer, além da Junta todos os delegados da região, também participariam do processo de eleição. Para a eleição dos custódios “Classe A”, nossa sugestão é que a Junta faça uma entrevista antes de proceder a eleição, entrevista esta, com o objetivo de saber se esse amigo de A.A. tem condições de exercer seu papel de Custódio ou não. Já no caso dos comitês podemos pensar na possibilidade de indicação de currículos para os encargos, esses currículos seriam encaminhados para o Diretor Administrativo e este decidiria sobre sua homologação ou não.
Como podemos melhorar os métodos empregados na procura de Custódios e Coordenadores de Comitês para que as pessoas preparadas se interessem por esses encargos?
No caso dos Custódios “Classe B” e Coordenadores de Comitês, de um modo geral, o único método é o apadrinhamento de novos servidores, a melhor forma de fazê-lo é através do compartilhamento das informações. No caso dos Custódios “Classe A” devemos procurar desenvolver um maior número de atividades procurando sempre o contato mais direto com o objetivo de envolver esses profissionais (seminários, mesa redonda, visita a instituições e outros). Incentivar as Áreas e distritos a efetuarem os cadastros de seus profissionais para que possamos estabelecer um contato permanente com os mesmos.

Regionalização:
Tendo em vista a aprovação, pela 42ª CSG – 2018, do estudo da viabilidade de implantação do Projeto de Regionalização em nível nacional, apresentamos as questões abaixo para serem respondidas por todos os grupos do inventário, a saber:

Considerando-se que o Projeto de Regionalização tem o propósito de motivar o crescimento ordenado de A.A. no Brasil qual o plano de ação que a estrutura de A.A. poderá adotar?
O primeiro passo foi a formação do Comitê de Regionalização (CER) que ocorreu na 43ª CSG. Uma vez criado este comitê, que vai ter à sua disposição a comissão do CER dentro da Conferência, para que os assuntos possam ser trabalhados. As áreas poderão criar, também, os seus próprios comitês de regionalização. Isso é muito importante para que os assuntos pertinentes à regionalização possam ser apresentados e discutidos. Seria prudente que os coordenadores desses comitês fossem pessoas mais experientes. Algumas áreas já possuem esse comitê e inclusive já estão fazendo o levantamento dos grupos de sua região. Uma vez feito o levantamento dos grupos, é que saberemos nosso real tamanho e poderemos definir o plano de ação de crescimento. A regionalização é apenas o primeiro passo de um projeto de crescimento sustentável que deveremos implantar.

Considerando-se que para a formação de uma nova área, o principal requisito é o crescimento da população de A.A., a formação das últimas 16 novas áreas no Brasil, levou em conta esse requisito primordial?
Deveria ter sido melhor observado, porém até o presente momento o foco maior foi na regularidade da parte documental o que não é sufi ciente, pois o objetivo primordial da formação de novas áreas é o crescimento de grupos. O que percebemos é que, na maioria das vezes, esse fator não foi levado em conta. No caso das últimas 16 novas Áreas formadas, é possível que algumas só foram formadas por questões pessoais, porém, em alguns casos, se essas Áreas não tivessem sido formadas, a situação poderia estar bem pior. No momento da criação de nova Área, devemos sempre ter em mente se essa nova área vai ser útil ou não para nossa Irmandade, principalmente no quesito crescimento de grupos. Com a vinda da regionalização estaremos corrigindo as distorções e, certamente, melhoraremos ainda mais no que se refere a criação de Áreas com objetivo de crescimento da população de A.A.

GRUPO 3: COMISSÃO DE NORMAS DE PROCEDIMENTOS

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Junta de Serviços Gerais
É imparcial e justa a maneira com que se seleciona e se elege os Custódios e Coordenadores de Comitês? Em sua opinião, que mudanças devem ser feitas?
Dentro da estrutura do A.A. brasileiro, entendemos que os métodos hoje aplicados na escolha dos servidores da Junta de Custódios e de coordenação de Comitês são justos e imparciais, não cabendo, no momento, qualquer alteração em seu procedimento. O processo de eleição deve respeitar a estrutura de A.A. e os preceitos do Manual de Serviço combinado com Doze Conceitos para Serviço Mundial, pois hoje uma das grandes deficiências que temos em A.A. é a de servidores qualificados para o desempenho do encargo a que foi eleito.

Que mais pode ser feito para garantir que a Junta de Serviços Gerais continue sendo transparente e responsável na sua comunicação com a Irmandade?
Que a Junta de Serviços Gerais continue suas ações dentro do que preceitua o Manual de Serviço combinado com Doze Conceitos para o Serviço Mundial, introduzindo funcionalidades tecnológicas de comunicação aplicadas respeitando-se os princípios de A.A.

Liderança:
Continuam sendo as qualidades da boa liderança, tal como especificadas no ensaio sobre liderança no Manual de Serviço combinado com os Doze Conceitos, as mesmas que devemos cultivar nos membros da Conferência? Se assim for, obtivemos sucesso ao mantê-las? Se não, que mudanças deveremos considerar?
As qualidades de uma boa liderança, como descrito no Nono Conceito: tolerância, responsabilidade, flexibilidade e visão; devem estar presentes nas ações de nossos líderes de serviço de A.A., em todos os níveis, incluindo a Conferência. O desenvolvimento e evolução da Irmandade de A.A. tem obtido sucesso mantendo as qualidades de nossos líderes, mesmo que não plenamente em alguns momentos.

Para assegurar nosso futuro funcionamento e segurança precisaremos preservar a escolha de bons líderes de serviço combinado com métodos sólidos e adequados para sua escolha.

Como podemos melhorar os métodos que usamos para selecionar líderes eficientes e que nossos servidores de confiança cultivem as qualidades da boa liderança?
Para assegurar a melhora de métodos de escolha de líderes eficientes e servidores de confiança que cultivam as qualidades de boa liderança, cabe-nos a prática constante e permanente dos métodos que já utilizamos para eleição de servidores, como o método do terceiro legado, e aplicação do princípio de apadrinhamento; garantido, assim, a rotatividade de servidores e bons líderes na estrutura de serviço de A.A.

Regionalização:
Tendo em vista a aprovação, pela 42ª CSG – 2018, do estudo da viabilidade de implantação do Projeto de Regionalização em nível nacional, apresentamos as questões abaixo para serem respondidas por todos os grupos do inventário, a saber:

Considerando-se que o Projeto de Regionalização tem o propósito de motivar o crescimento ordenado de A.A. no Brasil qual o plano de ação que a estrutura de A.A. poderá adotar?
Tendo em vista que nesta 43ª CSG foi aprovada a proposta do Projeto de Regionalização, o plano de ação a ser considerado pela estrutura de A.A. é o que segue: Identificar onde estamos localizados e delimitar as áreas de atuação de cada grupo, distrito e área/ESL, considerando-se a população desta área de ação.

Fortalecer a estrutura de A.A. do grupo à JUNAAB (grupo, distrito, área/ESL, JUNAAB). Expandir Alcoólicos Anônimos para as localidades onde não existem Grupos de A.A.

Considerando-se que para a formação de uma nova área, o principal requisito é o crescimento da população de A.A., a formação das últimas 16 novas áreas no Brasil, levou em conta esse requisito primordial?
Os requisitos para formação de novas áreas, previstos no Manual de Serviço combinado com Doze Conceitos para Serviço Mundial, prioriza o crescimento populacional de uma área que é comprovada a partir do preenchimento do formulário de formação de nova área.

As 16 novas áreas do A.A. brasileiro foram criadas, na maioria dos casos, sem considerar este importante requisito tradicional, com consequências, principalmente, na rotatividade do comitê de serviço destas áreas.

GRUPO 4: COMISSÃO DO MANUAL DE SERVIÇO

PERGUNTAS DO INVENTÁRIO

Como podemos melhorar os métodos que usamos para selecionar líderes eficientes e que nossos servidores de confiança cultivem as qualidades da boa liderança?
Nossa Comissão observou três importantes pontos: responsabilidade, apadrinhamento e bom exemplo. Dentro destes pontos, destrinchamos as seguintes práticas:

a) Observar e tentar despertar nos membros, a prática do programa de Alcoólicos Anônimos;
b) Apadrinhamento, visualizando a especialidade de cada companheiro;
c) Motivar o membro a participação em atividades como, temáticas em grupos e distritos, eventos em geral da nossa Irmandade
d) Aguçar e acompanhar a participação nas reuniões de serviço e a leitura da literatura;
e) Apresentar, desde cedo, aos que começarem a se interessar pelo grupo, os princípios e estrutura de funcionamento de A.A.
f) Apadrinhar pelo exemplo, não somente com palavras, mas com ações que tragam as benesses necessárias a qualquer nível de serviço, transmitindo assim, confiança, encorajando aos demais à servirem;
g) O melhor método, primeiramente, será o exemplo. Ao decorrer do apadrinhamento, apresentar a literatura, despertando sua curiosidade sobre nosso programa e auxiliando-o a encontrar o seu caminho no serviço.
h) Embora, liderança ser qualidade nata, nem sempre, é possível reconhece-la, sendo assim, poderá ser desenvolvida com a ajuda do bom apadrinhamento.
A luz do Nono Conceito, o quadro de Custódios está exercendo a liderança máxima de A.A. na administração do serviço?
Entendemos que sim, delegamos a essa Junta, fazer por nós, aquilo que não podemos sozinhos. Entretanto, a responsabilidade final por todos os serviços sempre será do grupo. A expressão “o bom é inimigo do melhor” caberá sempre aos nossos assuntos, sendo assim, devemos observar e fiscalizar todas as suas ações.

Que mais pode ser feito para garantir que haja uma ampla diversidade de representação entre os nossos líderes de A.A.?
Em se tratando de diversidade, falamos de amplitude, aceitação e entendimento das diferenças de cada um. Independentemente de cor, credo, opção sexual, religiosidade, escolaridade, etc. A nossa Terceira Tradição é a garantia de inclusão ao programa de todos os SERES HUMANOS alcoólicos que assim o quiserem. Para assegurar essa garantia, os inventários periódicos são bons norteadores de ações. Outrossim, cabe a nós, em qualquer nível estrutural, intensificar o apadrinhamento amoroso e respeitoso, motivando esses companheiros a servirem com entusiasmo.

O Procedimento do Terceiro Legado continua sendo eficiente? Como poderia ser melhorado?
A experiência mostra que o Terceiro Legado continua sendo a forma mais eficiente na escolha de servidores. Não há que se melhorar no procedimento propriamente dito. Porém, subjetivamente, precisamos fazer uma profunda reflexão sobre formar servidores responsáveis com o serviço. Por vezes, nossos anseios pessoais fazem com que fiquemos distantes desse possível servidor, e, em consequência, nossa Irmandade padece. A melhora está mais perto do que pensamos, com um pequeno punhado de humildade e simplicidade, enxergaremos que, a resposta está dentro de cada um de nós. Não é demais dizer que, devemos nos despir de nós mesmos, somente assim, conseguiremos apadrinhar de maneira mais sábia os companheiros desde seus primeiros passos no grupo. Concluímos que, se alcançarmos nosso próprio entendimento, conseguiremos transmitir esse Legado, de forma que o A.A. no Brasil volte a florescer e alcançar seu único propósito – transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.

Tendo em vista a capacidade de antevisão de que somos dotados, como líderes, como estamos planejando as ações para o desenvolvimento do A.A. brasileiro?
Muito pretensiosos seríamos se tomássemos como verdade essa capacidade geral de antevisão. Entendemos que essa qualidade funciona perfeitamente de alcoólicos para alcoólicos, para com a sociedade, talvez não seja dessa forma. Entretanto, entendemos que cada um de nós consegue executar de boa maneira aquilo que lhe é especial e para tanto existe sim essa antevisão. Nesse sentido, em entendimento há alguns trechos contidos no Nono Conceito: “Um bom RSG pode não ser um bom secretário, um exímio tesoureiro, pode ser um péssimo coordenador de reuniões.” Sendo bem honestos, a falta de servidores tem nos abalado. O que conseguimos ver são poucos servidores que, embora motivados pelo espírito de A.A., sentem-se exaustos; em alguns casos, encontramos servidores desmotivados, não sabendo direito o que estão fazendo. Falar de novas ações talvez assuste, pois temos muito receio de tudo o que é novo. Porém, chegamos num ponto crucial: ou nos organizamos ou estaremos fadados a adoecer e morrer. Faz-se necessário a união e fortalecimento de todos os servidores, inclusive CTO para encabeçamento dessas ações.

Regionalização:
Tendo em vista a aprovação, pela 42ª CSG – 2018, do estudo da viabilidade de implantação do Projeto de Regionalização em nível nacional, apresentamos as questões abaixo para serem respondidas por todos os grupos do inventário, a saber:

Considerando-se que o Projeto de Regionalização tem o propósito de motivar o crescimento ordenado de A.A. no Brasil qual o plano de ação que a estrutura de A.A. poderá adotar?
Começando pela unidade mais importante, o grupo. Primeiramente, precisamos criar estratégias para estruturar o grupo. Para esta empreitada, concluímos que são necessárias as seguintes medidas:

a) Estruturar o CTO, dando a este encargo verdadeira atenção, pois é ele quem desenvolve os trabalhos diretamente com alcoólicos e a sociedade em geral. Falamos que o CTO é o nosso coração, mas não temos lhe prestado o cuidado que merece;
b) Estruturar com os demais encargos, auxiliadores do CTO, como o RV, RSG;
c) Construir, com auxílio dos distritos o mapa dos grupos que compõe a área;
d) Criar mecanismos de motivação aos grupos;
e) Encontrar métodos simples de explicar aos grupos o que é regionalização;
Considerando-se que para a formação de uma nova área, o principal requisito é o crescimento da população de A.A., a formação das últimas 16 novas áreas no Brasil, levou em conta esse requisito primordial?
Essa é uma reflexão para todas as áreas. Pelos números apresentados pelo inventário, nossos grupos estão fechando! Por este motivo, entendemos que, nos equivocamos. Em simples palavras “colocamos a carroça a frente dos bois”, vejamos: Em vez de, primeiramente, nos organizarmos, pensamos em crescer. Agora, pensamos na organização por meio da regionalização. O avanço do projeto dará suporte para estruturação dos grupos e com isso, talvez, a criação de novas áreas

 

 

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