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O Comitê Internacional

CIÉ função do Comitê Internacional (CI) “manter a comunicação entre Alcoólicos Anônimos do Brasil, o GSO e as demais estruturas, com vistas a compartilhar experiências de serviços, exercer o apadrinhamento de estruturas que necessitem e queiram ser apadrinhadas e promover a ajuda na manutenção da Unidade de A.A. no mundo”.

No Conceito 11º na referência na nota 1, vemos a seguinte redação: “nos anos após isto ter sido escrito, foram acrescentados seis comitês especializados: Cooperação com a Comunidade Profissional/ Tratamento/ Necessidades Especiais-Acessibilidade, Conferência de Serviços Gerais, Arquivos, Convenção Internacional/Fóruns Regionais, Correcionais e Internacional (grifo nosso)”.

Fonte: Manual de Serviço de A.A. combinado com Doze Conceitos para Serviço Mundial por Bill W. pág. 105 e 94.

Composição do Comitê Internacional

É composto por dois Custódios Nacionais Classe B e o Gerente Administrativo, representando o Escritório de Serviços Gerais da Junaab, que faz a comunicação oral e escrita com todas as estruturas de A.A. do mundo. Temos o apoio da nossa Junta de Serviços Gerais, através dos nossos demais Custódios e seus Comitês. Conta, também, com colaboradores que já foram delegados à RSM e companheiros e companheiras que dominam as línguas inglesa e/ou espanhola e que nos ajudam nas traduções.

A REUNIÃO DE SERVIÇO MUNDIAL

A reunião de serviço mundial (RSM) foi criada por sugestão de Bill W. e iniciada em 1969. Realiza-se a cada dois anos, ora em Nova York, cidade sede do serviço mundial, ora em qualquer outra cidade do mundo, escolhida por consenso dentre os países participantes.

A RSM congrega delegados de todos os países do mundo que tenham uma estrutura organizada de serviço, capaz de legitimar a sua representação como oriunda da “consciência coletiva” dos grupos de cada nação.
Quando uma RSM acontece em Nova York, os delegados têm a preciosa oportunidade e ficar conhecendo o ESG dos Estados Unidos e Canadá.

Além de se familiarizarem com a infraestrutura do serviço mundial, podem sentir, intuitivamente, a aura que envolve as atividades de A.A., executadas no país de origem da irmandade.

Toda RSM é apadrinhada pela Junta de Serviços Gerais dos Estados Unidos e Canadá. Cada país participante colabora com uma cota de despesa nivelada estabelecida pela reunião anterior. A cada reunião, o plenário, por sugestão da comissão de finanças, decide um aumento da cota, de tal forma que, dentro de alguns anos, a RSM possa se tornar autossuficiente, libertando-se da atual dependência financeira do ESG dos EUA/Canadá.

A RSM tem por objetivo principal unir A.A. de todo o mundo e levar a mensagem a todos os recantos do planeta. O evento processa-se através dos seguintes comitês: Agenda, Comitê de Política/Admissões/Finanças, Literatura e Publicações, Trabalhando com os Outros, Instituições Correcionais, de Informação, de Instituições de Tratamento e de Assuntos Novos.

Desde 1976, o Brasil é representado, nesta reunião, pelos seus Custódios Nacionais “Classe B”. Fonte: Manual de Serviço de A.A. combinado com Doze Conceitos para Serviço Mundial por Bill W. pág. 106 e 109

“Sinto que começa um crescimento maravilhoso de A.A. em todo o mundo ao pensar que 20 ou mais de nós reunidos, cara a cara, falando da grande visão dos Escritórios de Serviços Gerais estabelecidos em todas as partes do mundo” (Bill W. a respeito da RSM).

 

Palavras de Bill

É possível que algum dia a população de A.A. no estrangeiro supere a dos Estados Unidos. Estariam de acordo os grupos estrangeiros – que não tem nenhuma representação na reunião norte-americana – a financiar as atividades do GSO de NY?

Afortunadamente temos compreendido a possibilidade destes problemas futuros.

O nosso Manual do Terceiro Legado e os estatutos estabelecem que os EUA/Canadá são apenas parte da estrutura mundial de A.A.

O que é a REDELA? — História e Informação Geral

É o grande Encontro das Américas.

É realizada a cada dois anos (anos ímpares) no mês de outubro. Fazem parte as estruturas de A.A. dos países das Américas (Norte, Centro e Sul), representadas por seus respectivos delegados.

Por que a cada dois anos?

Porque a REDELA funciona como uma preparação para a RSM (Reunião de Serviço Mundial) que acontece a cada dois anos também, mas nos anos pares. É a preparação de uma região visando à Reunião de Serviço Mundial; é também uma oportunidade de se compartilhar as recomendações da Reunião de Serviço Mundial do ano anterior.

Origem e desenvolvimento da REDELA

Estas reuniões foram iniciadas a partir de 1979, senda a primeira realizada em Bogotá, Colômbia. Até a IX Reunião, realizada no Uruguai, chamava-se Encontro Ibero-americano porque, além das Américas, também participavam a Espanha e Portugal, mas, com a reestruturação das diversas áreas de serviço nestes países, estes aderiram à Reunião de Serviço Europeia. O nome REDELA foi adotado a partir do X encontro.

Objetivo da REDELA

Compartilhar experiências de cada uma das estruturas da região para tornar a América mais forte e mais autônoma e fortalecer a área de serviço. Países de outros continentes também têm suas reuniões de serviço, chamados reuniões zonais, são elas: Reunião de Serviço Zona Europeia, Reunião de Serviço Zona da Ásia-Oceania, Reunião de Serviço Zona África Centro-Oeste, Reunião de Serviço do Oriente Médio e Reunião de Serviço da África Subsaariana.

Há quatro Comitês, a saber:

    1. Agenda,

    2. Política, Admissões e Finanças,

    3. Literatura e Publicações e

    4. Trabalhando com os Outros

As comissões realizam suas reuniões em grupos de dois, e em duas horas, isso permite que cada delegado participe de dois comitês.

Como é financiada cada REDELA?

Ela é financiada pelas contribuições de cada uma das estruturas que a compõem. Os resultados financeiros, com saldo positivo ou negativo, são assumidos pela estrutura sede do evento. Para explicar melhor: Quando acontece a RSM, no caso das contribuições das estruturas serem inferiores ao valor das despesas, o que geralmente acontece, o GSO, em Nova York, assume o restante do valor das despesas; já a REDELA é diferente, pois é um evento zonal, ou seja, regional, e a região envolvida (no caso, a América), para fazer valer a 7ª Tradição – a autossuficiência – realizam com a contribuição dos países das Américas.

Apadrinhamento a países

Quando um país enfrenta problemas financeiros e não pode pagar a sua participação, uma ou mais estruturas podem ajudá-lo a contribuir com a sua parte, apadrinhando o país necessitado.

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