Alcoólicos Anônimos - Área Rio de Janeiro

Sobre AA - Instituições Correcionais

 

Existem Grupos de A.A. no interior de Instituições correcionais.
 
A formação de um grupo interno é fundamentada na cooperação e compreensão entre as autoridades e os membros de A.A. As bases de operação no grupo novo são as regras e regulamentos sob os quais o superintendente permitirá ao grupo de A.A. funcionar lá dentro.
 
É igualmente importante que se entenda claramente o que o A.A. pode ou não pode fazer para ajudar alcoólicos – nas instituições correcionais e depois que eles são postos em liberdade. Na prisão ou fora dela, um grupo de A.A. tem somente um propósito primordial: levara mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
 
Existem diversos tipos de reuniões, as quais um dia o grupo poderá realizar em Instituições correcionais.
 
 

Grupos de apoio

     

PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE APOIO DAS INSTITUIÇÕES

 

O alcoolismo afeta homens e mulheres em todos os ambientes de seu convívio, social, familiar e profissional.

Na área profissional ocasiona vários problemas e, em decorrência disso, muitas instituições têm desenvolvido programas de assistência aos empregados.

Nos programas dentro das empresas trabalha-se com a informação, a abordagem e os Doze Passos de A.A. Em muitos casos, existe uma equipe de profissionais da empresa que participa desses programas.

Uma das atividades do programa de assistência ao empregado é o Grupo de Apoio. O Grupo de Apoio é organizado  e coordenado por um profissional da instituição/empresa, por ela escolhido. Tais profissionais adotam, muitas vezes, ainda que parcialmente, o programa de recuperação do alcoolismo oferecido pelos Doze Passos de A.A.

Alcoólicos Anônimos pode colocar sua experiência à disposição dessas instituições, quer tenham programas estabelecidos ou não, para todos aqueles que demonstrem o desejo de parar de beber, levando a mensagem da Irmandade. Não se trata, portanto, de um Grupo de A.A., assim como não seria necessário a existência dos Grupos de Apoio para que A.A. possa cooperar.

"Grupos de Apoio" é um assunto de primordial importância, que deve merecer especial atenção de todos. Podemos colaborar com tais Grupos, oferecendo nossa experiência como Irmandade. Tal colaboração resulta do envolvimento da CCCP, para o contato inicial com a empresa ou instituição, e da CIP, na formulação de palestras informativas sobre alcoolismo e o programa de recuperação de A.A. aos funcionários da empresa ou instituição interessadas em tê-los. O sucesso de nossa participação, no entanto, dependerá do estreito relacionamento entre os membros de A.A. com os setores assistenciais e de saúde da empresa ou instituição, bem como da nossa capacidade em despertar o interesse e a consciência dos que forem enviados até lá.

Esses grupos não estão sujeitos às Tradições de A.A., nem fazem parte da estrutura de nossa Irmandade. Geralmente, os membros de A.A. são convidados para comparecer com sua experiência pessoal de recuperação e para falar do programa de recuperação sugerido pela Irmandade. Devemos compreender que nesses locais estamos sujeitos às normas e regulamentos internos e que vamos  lá colaborar e não para ditar normas de procedimentos.

Segundo Bill W., é conveniente que estejamos dispostos a colaborar com quaisquer organizações que militem no campo do alcoolismo, sem, no entanto, nos filiarmos a elas ou cedermos o nome de A.A.

Algumas sugestões

  • Conheça o pessoal da instituição/empresa, os profissionais, os médicos e o serviço social da empresa.
  • Coopere, não dê ordens. As pessoas da instituição/empresa, são profissionais que têm que trabalhar conforme certas diretrizes. Serve-se melhor à Irmandade de Alcoólicos Anônimos e ao alcoólico que ainda sofre, adotando-se uma postura flexível e cooperativa. Não temos o direito de dizer a eles como fazer seu próprio trabalho.
  • Trabalhe com orientação da CCCP e da CIP.
 
Para maiores informações sobre esse assunto, veja os livretos "A.A. em Instituições Correcionais" e "O Grupo de A.A."

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