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Convenção Nacional
Ao nos referirmos a uma
Convenção Nacional, percebemos a grandeza que envolve sua
realização, desde a idéia inaugural e, neste particular, o cartaz
de divulgação torna-se instrumento inicial e imprescindível para
deixar registrada de forma singela, silenciosa, porém marcante,
onde quer que ele chegue, uma informação atrativa aos
interessados, com a visão idealizadora buscando expressar o máximo
das nossas intenções enquanto realização coletiva.
Neste momento de ideação realizadora da Convenção, somos invadidos
pelo sentimento em atitudes que evocam a expressão Unidade como
resumo do ideal pretendido, começando pela conquista adquirida em
sediá-la.
Assim é que a logomarca criada alusiva à XVII CONVENÇÃO
NACIONAL DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS DO BRASIL espelha o resultado
de um trabalho feito por muitos, que representa alegoricamente os
sessenta anos do Brasil, pelos números 6 (seis) e 0 (zero),
divididos em dois hemisférios; no seis, parte superior.
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No hemisfério inferior, o
encontro do Rio Negro, de águas da mesma cor, com o Rio Solimões,
de águas amareladas, a nos lembrar que as diferenças, quaisquer
que sejam, não são impeditivas para ingresso e participação em
A.A. O barquinho de papel que representa o principal meio de
transporte da região que singram os nossos rios, como também
configura o barco da sobriedade que não desejamos ver soçobrar. A
nave superior, a abobadada cúpula do Teatro Amazonas, é um símbolo
da cultura mundial incrustada no meio da selva, rememorando a
tendência histórica futurísticas de uma cidade provinciana que na
atualidade atinge o cimo cosmopolita.
Dessa forma, apresentamos uma visão aos nossos companheiros,
baseada na leitura simples de nossas idealizações, sem ter a
pretensão de esgotar o conteúdo em significados mais importantes
de nossa realidade.
Estamos esperando por todos.
CEC – COMISSÃO ESPECIAL DA CONVENÇÃO / 2007
Texto extraído da Revista
Vivência nº 94 (mar/abr-2005)– página 56
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